Eufemismo, você terá que usá-los em certas ocasiões

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , em 05/02/2010 por ocsjwolf

Cú de bêbado não tem dono – O orifício rugado de um sujeito altamente alcoolizado não possui proprietário.

Pagar o mico – Creditar o primata.

Quebrar a cara – Romper a fisionomia.

Nem a pau – Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.

Nem que a vaca tussa – Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.

Chutar o balde – Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente.

Filho da puta – Filho de uma inocente mãe que presta serviços sexuais a troco de dinheiro.

Tirar o cavalinho da chuva – Retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica.

Esticar as canelas – Alongar as tíbias.

A vaca foi pro brejo – A ruminante bovina deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço.

História pra boi dormir – Colóquio soporífero para gado bovino repousar.

Vai tomar no cu – Sugiro veementemente a Vossa Excelentíssima que procure receber contribuições inusitadas na cavidade retal.

Dar uma de João-sem-braço – Aplicar a contravenção do Sr. João, deficiente físico de um dos membros superiores.

Cair matando – Derrubar com mortais intenções.

Engolir o sapo – Deglutir o batráquio.

Chutar o pau da barraca – Derrubar com a extremidade do membro inferior o suporte central de uma das unidades de acampamento.

Dar um pé-na-bunda de alguém – Impulsionar bruscamente a extremidade do membro inferior contra a região glútea de alguém.

Encher o saco – Dar carga à bolsa escrotal.

Conversa mole pra boi dormir – Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.
( agora falando seriamente. )

Você faltou com a verdade. (Em lugar de mentiu)

Ele entregou a alma a Deus. (Em lugar de: Ele morreu)

Nos fizeram varrer calçadas, limpar o que faz todo cão… (Em lugar de fezes)

Ela é minha ajudante (Em lugar de empregada doméstica)

“…Trata-se de um usurpador do bem alheio…” (Em lugar de ladrão)

Filho do mesgramado! (Ao invés de desgraçado)

“Era uma estrela divina que ao firmamento voou!” (Em lugar de morreu)(Álvares de Azevedo)

“Quando a indesejada da gente chegar” (Em lugar de a morte) (Manuel Bandeira)

Ele subtraiu os bens de tal pessoa. (Em vez de furtou)

“…Para o porto de Lúcifer.” (Em vez de inferno) (Gil Vicente)

“Verdades que esqueceram de acontecer” (em lugar de mentira) (Mário Quintana)

Passar os cinco [dedos] — expressão popular (Em vez de roubar)

“Ele vivia de caridade pública” (ao invés de “esmolas”) (Machado de Assis)

Ele foi morar com Deus. (Em lugar de morreu) (Gabriela Prizo)

Ele foi convidado a sair da escola. (Em lugar de expulso da escola)

Ele se apropriou do dinheiro do colega. (Em lugar de roubou) (Marcelo Fileti)

Ele não foi feliz nos exames. (Em vez de: ele foi reprovado)

Enriqueceu por meios ilícitos. (Em vez de: ele roubou)

Querida, ao pé do leito derradeiro (Em vez de túmulo)

O regime cubano peca sim em alguns quesitos democráticos (Em vez deditadura)

Em que descansas dessa longa vida, (Em vez de morres)

Estudo vincula excesso de Internet a depressão

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , em 03/02/2010 por ocsjwolf

LONDRES (Reuters) – Quem passa muito tempo na Internet tem mais propensão a apresentar sintomas de depressão, disseram cientistas britânicos na quarta-feira. Não está claro, no entanto, se a Internet causa depressão ou se a rede atrai os deprimidos.

Psicólogos da Universidade de Leeds disseram ter notado uma “impressionante” evidência de que alguns internautas desenvolvem uma compulsão na qual substituem a interação da vida real por salas de bate-papo e sites de relacionamento social.

“Este estudo reforça a especulação pública de que o excesso de engajamento em sites que servem para substituir a função social normal poderia levar a transtornos psicológicos correlatos, como depressão e dependência”, disse a principal autora do estudo, Catriona Morrison, em artigo na revista Psychopathology. “Este tipo de ’surfe adictivo’ pode ter um sério impacto sobre a saúde mental.”

No primeiro grande estudo com jovens ocidentais sobre essa questão, os pesquisadores analisaram o uso da Internet e os níveis de depressão entre 1.319 britânicos de 16 a 51 anos de idade. Concluíram que 1,2 por cento deles eram viciados em internet.

De acordo com Morrison, esses dependentes passavam proporcionalmente mais tempo em sites com conteúdo sexual, de games ou de comunidades online. Tinham também uma incidência maior de depressão moderada ou severa do que a média dos usuários normais.

“O uso excessivo da Internet está associado à depressão, mas o que não sabemos é o que vem primeiro – as pessoas deprimidas são atraídas para a Internet, ou a Internet causa depressão?”, escreveu Morrison.

“O que está claro é que para um pequeno subconjunto de pessoas o uso excessivo da Internet poderia ser um sinal de alerta para tendências depressivas.”

Morrison notou que, embora o percentual de 1,2 por cento de dependentes da Internet seja “pequeno”, representa o dobro da incidência dos viciados em jogo na Grã-Bretanha, que é de cerca de 0,6 por cento.

(Reportagem de Kate Kelland)

Panetone ou pizza na final do Brasileirão?

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , em 02/02/2010 por ocsjwolf

Panetone ou pizza na final do Brasileirão?
Estou postando a minha redaçao do Enem (dez/2009) da qual, consegui 900 pontos. \o/ por: Dandara A.M.L Silva

Há muito tempo que não nos causa espanto, repulsa ou indignação, denúncias de escândalos sexuais, corrupção ou crimes fiscais, vinculadas a membros do poder público ou entre civis. Nos acostumamos e acomodados com a cultura do “jeitinho brasileiro”, e agora protagonizamos uma grava crise ética na política e dentro de nossos lares.

Foi manchete até nos jornais internacionais, a última denúncia envolvendo políticos brasileiros e a passividade da população brasileira, acostumada com tal situação. Al Capone, Pablo Escobar e até mesmo o fictício Poderoso Chefão, ficariam admirados com a criatividade do jeitinho brasileiro, infelizmente, não apenas na política.

Rimos sem prestar atenção das ironias sarcásticas do Arnaldo Jabor e de programas como o CQC da Bandeirante, o programa do Jô da Rede Globo o Furo MTV da MTV, entre outros, e ignoramos também as conseqüências dessa passividade e da impunidade que está enraizada na nossa cultura e não apenas na política. Virou moda entre os jovens brasileiros, cometer atos violentos e repugnantes, e depois exibi-los na internet, e inacreditavelmente, seus pais, ao invés de repreendê-los e educá-los, vêm a público e os defendem, dizendo que são apenas crianças. Se “crianças” são capazes de tal nível de violência, imagine na idade adulta?

A falta de ética e honestidade não se restringe à Brasília, é uma epidemia colonial presente em todo território nacional, ela está nas ruas, nas universidades, nas praças, padarias, shoppings, nas nossas casas, na maneira que educamos nossos filhos e também, nas prefeituras, câmaras, senados e congressos.

Ontem foi o escândalo com o vídeo envolvendo o governador de Brasília e membros do DEM, com esquemas de propina, hoje estamos sentados reclamando das atitudes dos nossos representantes antes de começar a novela, porque, depois, estaremos ocupados discutindo calorosamente sobre o que vai acontecer no próximo capitulo e sobre quem vai vencer o Brasileirão. E amanhã?

Bem, amanhã, caiu no esquecimento, a mocinha da novela separou do mocinho graças a um plano diabólico da vilã, outro jogo de futebol, carnaval chegando, e enquanto comemos pizza e de sobremesa panetone, assistimos a um novo escândalo.

Dandara A.M.L Silva

Como evitar que o relacionamento se torne um convívio desgastante

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , , , em 17/01/2010 por ocsjwolf

Por Rocío Gaia, da Efe

Ao longo dos meses e anos, os vínculos amorosos sofrem altos e baixos e tropeços naturais que os colocam a toda prova e, frequentemente, os fortalecem. Mas, às vezes, a intensidade ou frequência dos conflitos e desavenças impulsiona o casal a se perguntar se vale a pena seguir em frente.

“No começo tudo era sensacional. Sentíamos que tínhamos nascido um para o outro, que estávamos predestinados a envelhecer juntos. Vivíamos uma história de amor maravilhosa, um conto de fadas. Mas ultimamente alguma coisa não vai bem. Antes sentíamos que estávamos muito unidos, mas agora, às vezes, enormes distâncias nos separam, abismos e silêncios, não sei o que fazer!”, se queixa um homem em relação a seu casamento.

Testemunhos como estes, muito frequentes nas consultas dos terapeutas de casal, põem em evidência a encruzilhada em que se encontram alguns casais, que parecem ter entrado em um vale de sombras que os impulsiona a se perguntar: O que é que está acontecendo conosco? Nossa relação realmente funciona e é satisfatória?

Brigas frequentes. Dificuldades sexuais. Rotina e aborrecimento. Relações nocivas. Expectativas diferentes. Conflitos domésticos. Perante essa realidade, o dia a dia de muitos casais costuma oscilar entre o céu e o inferno, entre avanços, retrocessos e contradições, que os confundem e lhes dificultam de ver sua situação e tomar decisões.

É preciso decidir o que fazer e o quanto antes. Mas as coisas não costumam ser muito claras. Quais são os problemas de fundo que nos afetam? A solução é seguir em frente e corrigir o rumo, ou não resta outro remédio do que seguir cada um seu próprio caminho?

“A saída depende de cada situação, uma das táticas mais eficazes para esclarecer e sair do problema é ter em vista as opções disponíveis, analisar cuidadosamente a realidade vivida pelo casal, em vez da que ele gostaria de ter ou a que teve alguma vez”, diz a especialista em conflitos e conciliação Carmen Retuerce.

“É preciso comprovar se a relação significa o mesmo para os dois; pode ser que para um equivalha a estabilidade e compreensão, enquanto para o outro seja sinônimo de paixão, aventura, viver o dia”, comenta a especialista.

Para ela, se não há interesses ou objetivos que possam ser compartilhados, é preciso perguntar-se se vale a pena continuar juntos. É o caso do “namoro eterno”, nos quais a expectativa de um de consolidar a relação se casando ou vivendo juntos choca com a falta de compromisso do outro.

“Por outro lado, questões como os problemas de comunicação, as desavenças sexuais, a falta de estímulos e a rotina enfrentada por todos os casais, costumam ser resolvidas e corrigidas sem necessidade de se chegar à separação”, segundo Carmen.

Ela também opina que, às vezes, “é útil se distanciar da situação e manter uma separação temporária para dar um tempo para pensar se se quer ou não continuar com a relação e assim poder ver as coisas com outra perspectiva”.

Se após analisar a situação um dos membros do casal constata que está com uma pessoa “nociva”, o melhor, segundo a psicoterapeuta, “é abandonar a relação sem maior perda de tempo porque ela será cada vez mais prejudicial”.

“Uma pessoa ‘nociva’ é aquela que quer possuir nosso amor com exclusividade, nos infecta com sua negatividade, nos aflige com sua atitude ou não nos deixa crescer. Não se mostra contente com nossos sucessos, impõe barreiras a nossos esforços para ser feliz ou que, como norma habitual, tenta nos vencer, nos contrariar, nos prejudicar ou nos desanimar”, afirma a especialista em conflitos.

Pensando em soluções, buscando saídas
Para decidir se vale a pena continuar com a relação ou convém terminá-la, os psicólogos aconselham fazer-se algumas perguntas: Estou disposto a fazer todo o possível para resolver os conflitos? Se eu puser fim à relação terei possibilidades de estabelecer um novo vínculo sentimental com outra pessoa? A deterioração da relação se deve mais a motivos práticos de convivência que a razões emocionais, como a falta de amor, carinho ou paixão? Os benefícios de continuar com a relação superam seus custos?

“De todo modo, antes de romper, deve-se tentar solucionar os problemas, podendo a relação sair reforçada”, diz Carmen.

A maioria dos casais tropeça em problemas parecidos, que se transformam em bolas de neve que achatam a relação se progredirem, mas podem ser solucionados se forem resolvidos no começo, dialogando e trabalhando juntos.

“Perante a falta de comunicação, é preciso aprender a escutar e informar de forma adequada, interessando-se pelo que o outro diz, sem ficar lembrando o passado nem recorrendo a generalizações, sem se queixar nem ler os pensamentos do outro”, diz a especialista.

Outro ponto que causa atritos é a divisão das tarefas domésticas. Por isso, segundo Carmen, “é aconselhável que os dois colaborem, analisando primeiro que tarefas de ordem e limpeza cada um gosta e quais detestam, para depois distribuir o trabalho, respeitando a maneira de agir de cada um”.

“Também é fundamental dedicar um tempo para cuidar da relação, fomentando alguns interesses compartilhados e outros individuais, e evitando cair sistematicamente na inatividade e no excesso de televisão”, diz Carmen.

Quando os conflitos acontecem na cama, a especialista propõe uma ação direta: “é preciso falar claramente sobre as preferências, fantasias e freqüência sexual, sem pudor nem hipocrisia; muitas vezes a falta de desejo acontece por uma falta de conhecimento das necessidades mútuas. Tudo é permitido, sempre que nenhum se veja obrigado a fazer o que não gosta”.

Para finalizar, a especialista comenta que “se os problemas de casal se devem à rotina e ao aborrecimento, é preciso saber que depois do estado de graça inicial, ou paixão, que dura de cinco meses a dois anos, costumam surgir a rotina e o tédio. Fazer mutuamente pequenas surpresas e continuar descobrindo as facetas do outro, podem ser bons remédios para a apatia e a inapetência”.

Eletricidade sem fio já é realidade!

Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , , , , , , , em 01/01/2010 por ocsjwolf

Para fechar 2009 com chave de ouro, foi divulgado no YouTube um vídeo de demonstração bem interessante sobre o projeto eCoupled da Fulton Innovation – que consiste em um sistema capaz de fornecer energia elétrica sem fio!

Obviamente este sistema ainda é um protótipo e, além de tudo, é bastante limitado, mas já seus resultados até o momento foram bastante satisfatórios! Utilizando-se 2 bobinas, o eCloupled cria um campo magnético capaz de alimentar uma lâmpada de 12 Watts em uma distância de cerca de 90 centímetros.

Além disso, pensando um pouco no futuro, se aplicado esta tecnologia em nossas casas por exemplo, o seu vizinho não vai roubar energia elétrica da sua casa, pois é possível controlar o alcance e intensidade do campo magnético, e além disso, metais podem ser utilizados para bloquear o fornecimento de energia para certas localidades.

Estes são os primeiros passos para que no futuro nos livremos, finalmente, dos inacabáveis emaranhados de fios! =D