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Você possui imagens, amuletos, anjos, estatuetas, ou até mesmo uma cruz? Conheça a verdade das Sagradas Escrituras sobre a idolatria, e liberte-se definitivamente dessas coisas que são abomináveis ao Senhor Deus, pois somente “Ele” é digno de adoração, honra e glória.
AS IMAGENS, ÍDOLOS FEITOS POR MÃOS DE HOMENS – Salmos 115. 2 a 8, diz: Porque diriam as nações: Onde está o seu Deus? Mas o nosso Deus está nos céus: faz tudo como lhe apraz.

Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Tem boca, mas não falam, tem olhos, mas não vêem: Tem ouvidos, mas não ouve, nariz tem, mas não cheiram. Tem mãos, mas não apalpam, tem pés, mas não andam; som algum sai da sua garganta. Tornam-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos quantos neles confiam.

Neste texto, a palavra revela como são os ídolos feitos por mãos de homens, com os seus membros e órgãos, porém sem vida. E no versículo 8, a palavra afirma que tornam-se semelhantes a eles tanto os que os fazem, quanto os que neles confiam, ou seja, os idólatras estão mortos diante do Deus Altíssimo.

Isaias 40.18, 19, 25 – A quem, pois farei semelhante a Deus: ou com quem o comparareis? O artífice grava a imagem, e o ourives a cobre de ouro, e cadeias de pratas funde para ela.

O empobrecido que não pode oferecer tanto, escolhe a madeira que não se corrompe: artífice sábio busca para gravar uma imagem que não se pode mover. A quem, pois me fazeis semelhantes, para que lhe seja semelhante? Diz o Santo.

Ao contrário do que muitos crêem, os ídolos (imagens feita por mãos de homens) não podem interceder por ninguém junto a Deus, mesmo aqueles que fizeram-se jus serem santos, repousam debaixo do trono de Deus, já justificados, aguardando que seja completado o número de seus conservos, dos que hão de morrer pelo nome do Senhor Jesus Cristo. Vejamos:

Apocalipse 6.9 – 11 – E havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor a palavra de Deus e por amor ao testemunho que deram. E clamavam com grande voz, dizendo: ó verdadeiro e Santo Dominador, por que não julgas e não vingam o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?

E foram dadas a cada um compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que repousassem um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.

Isaias 45.20 – Congregai-vos e vinde; chegai-vos juntos, vós que escapastes das nações; nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas por mãos de homens, e rogam a um deus que não pode salvar.

Isaias 42.8 – Eu sou o Senhor, este é o meu nome, a minha glória, pois a outrem não darei, nem o meu louvar as imagens de esculturas.

IDOLATRIA REPROVADA POR DEUS – Quando o Senhor Deus deu a Moisés a pedra com os Dez Mandamentos, uma das maiores preocupações do Senhor com o seu povo, foi exatamente sobre o pecado da idolatria, tanto que exortou com veemência:

Êxodo 20.4, 5 – Não fará para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma , do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas embaixo da terra. Não as adorarás, nem as darás culto: Eu sou o Senhor teu Deus,…

É mandamento, assim como matar, roubar, prostituir, etc., não podemos de maneira alguma fazer qualquer tipo reverência ou adoração a ídolos (imagens feitas por mãos de homens), devemos sim adorar e servir ao único e verdadeiro Deus em espírito e em verdade.

Alguns dizem que não idolatram a imagem, mas tem-na em memória, como um parente por exemplo, que se foi e conserva-se sua fotografia. Quem diz esse absurdo está confessando que é idólatra, pois somente Deus é digno de adoração. Vamos meditar:

João 4.23, 24, disse Jesus: Mas a hora vem, e a hora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é espírito, e importa que os que o adoram, os verdadeiros adoradores, o adorem em espírito e em verdade, Jesus simplificou tudo.

Vejam que Cristo manda que adoremos somente o Pai, em espírito e em verdade, e não adorar imagens, figuras, estatua e outras invenções e fabricações de mãos de homens.

No livro de Apocalipse, revelado a João, diz que qualquer que praticar atos abomináveis ao Senhor, ficará fora do Reino de Deus, das quais faz parte a idolatria:

Apocalipse 22.15 –Ficaram de fora os cães, os feiticeiros, os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.

I Coríntios 6.9, 10 – Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? Não erreis, nem devassos, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem os ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus.

Mateus 10.37 – Disse Jesus: Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; ou quem ama mais o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim.

I Coríntios 10.14 – 21 – Meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendido, julgais vós mesmo o que eu digo. Porventura o cálice benção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é por ventura a comunhão do Corpo de Cristo? Porque nós sendo muitos, somos um só pão e um só corpo: porque todos participamos do mesmo pão.Vede a Israel segundo a carne: os que comem sacrifícios não são porventura participantes do altar?

Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrifício ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.

Portanto irmãos, quando se acende uma vela, ou pede para outro ser, interceder junto a Deus, isto está sendo feito há ídolos, ou melhor a demônios, como diz o texto sagrado. Devemos buscar a Deus inteiramente, sem colocar barreiras entre homem e Deus, porque tudo que for colocado entre o homem e Deus constitui-se em idolatria.

O ÚNICO E VERDADEIRO MEDIADOR – Disse Jesus: João 14.6 – Eu sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.

Jesus afirma que “Ele” é o único caminho que conduz ao Pai, somente em seu nome podemos nos dirigir ao misericordioso Senhor Deus.

Hebreus 12.24 Jesus Cristo é o mediador duma Nova Aliança pela aspersão do seu sangue inocente na cruz. Portanto, quando nos dirigirmos a Deus devemos fazer sempre em nome do Senhor Jesus, não é no nome de nenhum outro ser, pois assim está escrito:

João 14.13 – Disse Jesus: E tudo quanto pedirdes ao meu Pai em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no filho.

Na ocasião que o apóstolo João recebeu a revelação do Apocalipse, ele prostrou-se diante do anjo que havia lhe revelado para adorá-lo e foi repreendido:

Apocalipse 22.8, 9 – Eu sou João quem viu e ouviu estás coisas. E quando vi e ouvi, prostrei-me diante dos pés de um anjo que me mostrou está coisas, para adorá-lo: Então ele disse: Vê, não faça isso, eu sou teu conservo, e dos teus irmãos, dos profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.

Na carta aos Hebreus 1.1 a 5, diz: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.

O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas, pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto mais excelente nome do que eles. Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho? ”

QUEM FOI MARIA? – Maria foi a privilegiada, mulher reta aos olhos de Deus, a mais bem preparada espiritualmente, e por isso foi agraciada para receber o Espírito Santo do Senhor, ser concebida e dar a luz ao Filho de Deus, o Salvador da humanidade.

Lucas 1.28 – E entrando o anjo onde ela estava, disse: Salve agraciada: O Senhor é contigo, bendita és tu entes as mulheres. Deus a escolheu entre todas as mulheres, por isso o anjo lhe disse, Salve agraciada. Deus a contemplou por sua obediência, pelo seu temor e por sua fidelidade.

No livro de Lucas 2.41 s 51, como era de costume, Maria e José, levaram Jesus à festa da Páscoa em Jerusalém, e com doze anos durante a festa, Jesus desapareceu por três dias e quando encontrado por seus pais:…Maria disse: Filho porque fizeste isto assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos. Ele lhes respondeu: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

Em outras palavras, Jesus disse-lhes que não precisavam ter se preocupados, pois veio a terra para fazer somente a vontade do Deus Pai.

João 2.3, 4 – Nas bodas de Caná na Galiléia, havia acabado o vinho, e Maria dirigiu-se a Jesus e disse: Eles não tem mais vinho. Mas Jesus disse: Mulher, que tenho Eu contigo?

Jesus acautelou Maria e deixou bem claro, que apesar dela ser a mulher que o desenvolveu em seu ventre, ela não tinha e não tem nenhum poder de intercessão junto a Jesus, porque Ele só se reverenciava ao Pai, e aqui declarou abertamente que o seu vínculo era e é somente com o Deus Pai, e para não deixar nenhum exemplo de obediência a Maria, para não abrir um precedente de idolatria.

Jesus nos revelou também que sua mãe e seus irmãos, são todos aqueles que fazem a vontade do Deus Pai:

Marco 3.31 a 35 – Chegaram então seus irmãos e sua mãe, e estando de fora mandaram-no chamar. E a multidão estava assentada ao redor dele, e lhe disseram: Eis que sua mãe e seus irmãos te procuram, e estão lá fora. E Ele lhes respondeu dizendo: Quem é a minha mãe e meus irmãos?

E olhando ao redor para os que estavam assentados junto dele disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Portanto qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe.

Lucas 11.27 e 28 – E aconteceu que dizendo “Ele” estas coisas, uma mulher entre a multidão levantando a voz, lhe disse:

Bem-aventurado é o ventre que te trouxeste e os peitos que te amamentaste. Mas Jesus disse: Antes bem-aventurados os que ouvem as palavras de Deus e as guardam.

No momento em que aquela mulher exclamou essas palavras, reverenciou e adorou a Maria, porem, foi por Jesus Cristo repreendida, somente Deus é digno de adoração, honra e glória.

Podemos observar também que apesar do respeito que o Senhor Jesus Cristo tinha por Maria, pois era sem pecado, em nenhum momento, dentro do Evangelho, Jesus Cristo deu o tratamento de mãe para Maria, “Ele” sempre a tratava por “mulher”.

MARIA É SANTA, PODERÁ INTERCER POR NÓS? – Muitos católicos, imaginam que os crentes tem Maria e os demais apóstolos e discípulos de Cristo que são chamados de santos, como inimigos, o que não é verdade.

Maria é santa? Claro que sim, disso não se tenha a menor dúvida, como também são santos Pedro, João, Estevão e todos os que se converteram e receberam a Cristo como seu suficiente Salvador. O Senhor disse: “Sede Santo porque eu sou Santo”, e aquele que não se santificar, não herdará o reino do céu.

Maria e os demais santos poderão interceder por nós? Não, não podem porque a palavra do Senhor na Carta a I Timóteo 2.5 diz: Há um só mediador entre Deus e o homem. Portanto, há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.

Existe uma máxima entre os católicos que diz: PEDE A MÃE QUE O FILHO ATENDE. Isso não é verdade, porque o próprio Senhor Jesus disse que devemos nos dirigir a Deus somente pelo seu nome:

Evangelho de João 14.13, 14 _ E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.

João 16.23 – Disse Jesus: Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, Ele vo-lo há de dar.

Na 1ª Carta Universal do Apóstolo João Capítulo 2.1 diz: Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.

Portanto amados, estas palavras são do próprio Senhor Jesus que nos dá a certeza que somente Ele conduzirá as nossas petições diante do trono de Glórias do Pai. Não há uma só referência bíblica que diz que Maria ou qualquer outro ser poderá interceder junto a Deus por nós. Foi Cristo quem deu o seu sangue na cruz para nos remir dos pecados.

QUEM É JESUS, DE ONDE VEIO E PARA ONDE FOI? – Disse Jesus: João 10.30 – Eu e o Pai somos um.

João 16:5 e 28 – Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai. E, agora, vou para aquele que me enviou.

João 17:11 – Eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.

João 17:22 – Eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.

O Senhor Jesus testifica que veio do Pai e para Ele voltou. Disse ainda: Eu e o Pai somos um, o que confirma o encerramento do vínculo do Senhor Jesus com Maria, porque se Deus e Cristo é somente um, onde está a participação de Maria?

A participação de Maria na vida de Jesus foi somente ao desenvolvimento da parte carnal de Jesus em seu ventre (Cristo foi gerado pelo Espírito Santo), porem, Cristo ressuscitou com um corpo Espiritual, Glorificado, do qual Maria já não tinha mais nenhum participação, porque Cristo ressuscitou pelo poder de Deus.

João 19.25-30 – E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria de Cleofas, e Maria Madalena.

Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e o discípulo a quem “Ele” mais amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua mãe. E desde àquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

Nestas últimas palavras de Jesus estando na cruz, “Ele” evidenciou que o seu vínculo com Maria havia encerrado, porque a parte humana, o corpo biológico de Jesus Cristo o qual Maria havia desenvolvido no seu ventre, havia sido morto em sacrifício vivo para remissão dos pecados de muitos. Porém, o Espírito que veio de Deus Pai, permanece vivo porque Jesus Cristo ressuscitou com um corpo glorificado, o qual Maria não tinha mais nenhum vínculo. “Ele” foi elevado ao céu e está sentado a direita do Pai e pelos pecadores intercede.

Jesus disse ainda a aquele discípulo a quem Ele mais amava que ele seria o filho de Maria, e ela a sua mãe, isto porque ambos eram humanos, carnais; mas Jesus Cristo é Espírito, e o carnal não pode sobrepor o espiritual.

João 3.6 – Disse Jesus: O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é espírito. Apesar de Maria ter desenvolvido a parte material de Jesus no seu ventre, Ele foi gerado pelo Espírito santo, pela virtude do Altíssimo (Lucas 1.35). E o anjo de Deus ainda recomendou a Maria, o Santo que de ti há de nascer, será chamado “Filho de Deus”.

O Senhor Jesus teve a preocupação de não deixar Maria desamparada, encarregou de cuidá-la a pessoa da sua maior confiança, o apóstolo a quem “Ele” mais amava. Criou entre eles o maior vínculo de amor fraterno entre os seres humanos, a relação mais harmoniosa, o amor maternal, para conforto de ambos.

Lucas 7:28, disse Jesus: E eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João Batista; mas o menor no Reino de Deus é maior do que ele.

Jesus, referindo-se a aquele que veio lhe preparar o caminho, disse que entre os nascidos de mulheres, não houve maior profeta do que João Batista. A palavra do Senhor Jesus é absoluta, radical e invariável, gostaríamos que observassem a profundidade desta palavra de Jesus: Ele rejeitou aqui qualquer vínculo com Maria, escusando assim qualquer influência dela na sua existência, atribuindo a João Batista, o homem mais perfeito entre os nascido de mulher, porque Ele veio de Deus Pai e para lá voltou.
REF:
http://cristoeaverdade.net/ESTUDOS/ABOMINAVEL_IDOLATRIA.html
E mais….

Idolatria é o culto prestado a ídolos (criaturas ou objetos), sendo o ídolo a figura representativa de uma divindade, não tendo nenhum sentido esta extensão para o Deus verdeiro, criador e mantenedor do universo. Em I Tm 2.5, a Bíblia deixa muito claro: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” Então, criar intermediários entre o homem e Deus é uma forte agressão ao próprio Deus.

1- O QUE DEUS DIZ SOBRE A IDOLATRIA
a) O ídolo não deve ser adorado (Êx 20.4-6).
b) O ídolo traz maldição divina a quem o faz (Dt 27.15).
c) O ídolo embrutece os que o fazem (Sl 115.8).
d) O ídolo é mentira (Jr 10.14).

2 – O QUE JESUS E OS APÓSTOLOS DIZEM ACERCA DA IDOLATRIA
a) Devemos adorar a Deus em espírito e em verdade (Jo 4.24).
b) Devemos conhecer o Pai como único Deus verdadeiro (Jo 17.3).
c) Devemos conhecer a Jesus como único caminho e Porta (Jo 14.6; 10.9).
d) Devemos orar apenas em nome de Jesus (Jo 15.16; 16.23).
e) Devemos servir somente a Deus (At 17.25).
f) Devemos guardar-nos dos ídolos (I Jo 5.21).

3-SEIS MOTIVOS PORQUE DEUS ABORRECE A IDOLATRIA
a) Porque Deus não compartilha a sua glória (Is 42.8).
b) Porque só o sangue de Jesus nos leva a Deus (Hb 10.19).
c) Porque nem Maria, nem os apóstolos e ninguém mais podem salvar
(Hb 7.25; 7.28; I Tm 2.5).
d) Porque só Jesus é o caminho (Jo 14.6; At 4.12).
e) Porque Jesus possui toda autoridade (Mt 28.18).
f) Porque há um só Senhor (I Co 8.6; At 2.36; Lc 2.11).”

Portanto, devemos fugir da idolatria (I Co 10.14); conforme a carta de Paulo, o apóstolo, aos gálatas (Gl 5.20), ele inclui a idolatria no grupo de pecados da feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões e heresias; também o apóstolo Pedro condena enfaticamente a idolatria (I Pe 4.3); No reino de Cristo e de Deus, os idólatras não têm herança (Ef 5.5).
REF:
http://74.125.47.132/search?q=cache:nm-jZJmqO28J:www.pastorsilassoares.com.br/idolatria.doc+estudo+idolatria&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&client=opera

e mais um pouco:

Idolatria tem origem nas palavras: Eidolon (imagem) + latreia (culto). A princípio, poderíamos achar que se trata apenas do culto a imagens. Mas ultrapassa isso: repare que, hoje em dia, alguém diz que o cantor tal é seu ídolo. E não está incorreto.

O catolicismo alega que ídolo é um objeto inanimado ao qual se atribui vida própria e poder. Seria uma imagem pagã, um deus. Em vista disso, dizem que não podemos classificar de deuses os “santos” nem à estátua destes, porque eles não são o Criador do Universo nem o Juiz de vivos e de mortos, tanto que não – por ser adoração – não podem receber culto de latria, devido só a Deus. Mas não é bem assim. A Bíblia diz que:

“… a avareza… é idolatria” (Cl 3.5).

Não foi mencionado, aí, o caso de objeto inanimado nem de deus pagão. Trata-se do apego que alguns têm ao dinheiro. Perguntamos: Então a avareza é o Criador dos céus e da terra ou o Julgador de vivos e de mortos para receber culto de latria? É certo que não. Ela nem tem como ser esculpida.

Analisemos mais dois versículos:

“… O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre…” (Fp 3.19),

Esse é o motivo por que a gula está incluída entre as obras da carne, que impedem o homem de herdar o reino de Deus (Gl 5.19,21). É o que acontece com quem usa mal ou com ganância o poder:

“… fazem-se culpados estes cujo poder é o seu deus” (Hc 1.11).

Concluímos que idolatria vai além do amor a imagens pagãs ou não-pagãs, além de se querer atribuir vida e poder a um objeto inanimado. Ídolo é qualquer coisa ou pessoa que colocamos no fundo do coração, em primeiro lugar, depositando nela grande confiança, o que faz dela um deus (com “d” minúsculo). Sendo assim, idolatria pode ser a dedicação a uma imagem, a um ídolo, a um líder religioso, a um deus, a um “santo”, ao ventre, ao poder e a seres ou coisas concretas ou não, reais ou imaginárias, uma vez que até deuses pagãos são criações da mente. É possível idolatrar-se um emprego, um automóvel, um filho e a nós ou a atitudes nossas, o que faz com que Deus perca a primazia.

A idolatria é tão detestável que – quando o povo que acompanhava Moisés pelo deserto convenceu Arão a esculpir um animal, este “edificou um altar diante dele (do bezerro de ouro) e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor”, ou seja, “será festa a Yahweh” (Êx 32.5), ao Deus verdadeiro de Israel (e não ao deus Ápis, do Egito, que era um boi) –, o Altíssimo, ao invés de se alegrar, se irou, pois não gosta de ser representado em forma astros, estrelas, de animal, seres humanos, aves, quadrúpedes nem de répteis. Ele detesta que tentem reproduzi-lo. O capítulo 1 de Romanos diz que, por esse comportamento, entregou homens e mulheres a desejos carnais reprováveis.

Não obstante isso, a televisão exibiu a cidade de Trindade, em Goiás, onde sacerdotes participam de procissões com uma imagem composta de quatro figuras: de Jesus, do Espírito Santo (simbolizado por uma pomba), de Deus (com a aparência de um velho)… e de Maria. Note que a mãe de Jesus está entre eles. Desse jeito, já não teríamos uma Trindade, mas um Quarteto.

O catolicismo, para se defender da condenação que está nos Dez Mandamentos, diz que imagens católicas são como fotografias de nossos parentes, servindo para nos lembrarmos dos santos homens do passado. Entretanto não nos encurvamos perante fotos de familiares nem oramos a elas ou defronte delas nem confiamos nelas. Mas o Decálogo proíbe fotografias usadas para esse fim. Como pode ser, se elas não haviam sido inventadas? Devemos estar atentos a que no segundo Mandamento (Gn 20.4-6), indevidamente omitido nos catecismos católicos, está escrito: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança (ou figura) alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”. Convém lembrar que não se poderia omitir um jota ou til da Lei de Deus (Mt 5.18) e que as imagens de “santos”, que os católicos possuem, são de indivíduos que, acreditam eles, estariam “em cima nos céus”. Mas podem nem estar lá.

Imagem não é sinônimo de escultura, tanto que aí está “imagem de escultura”, isto é, imagem em formato de escultura. A proibição abrange semelhança, que, em certas traduções, está figura. Não existiam fotografias, mas as pessoas ou animais podiam ser retratados por pinturas, desenhos, esculturas e, hoje, por fotos.

O erro não está na imagem ou figura em si, mas no culto que alguns oferecem a elas até sem notar. Nenhum evangélico condena esculturas nem gravuras de Santos Dumont, de D. Pedro II, etc., por ninguém se ajoelhar ante elas. Mas, se alguém o fizer, serão condenadas da mesma forma.

O segundo Mandamento contém promessa, mas, por outro lado, maldição até aos descendentes de quem o transgride. Se é vedada a fabricação desse tipo de imagens, incabível o argumento de que poderiam ser usadas como retratos. Ao esculpi-las (“Não farás…”) o artífice já é um transgressor da Lei de Deus. E quem as compra se transforma em cúmplice dele. Venerá-las é mais sério do que muitos pensam.

O catolicismo diz que Deus não condena imagens como as católicas, mas ídolos, no sentido, como vimos, de objetos aos quais o povo atribui vivência. Todavia as encontradas na Igreja Romana são ídolos. Ainda que não o fossem, a reprovação bíblica atinge ídolos (Êx 32; 2 Rs 21.11; Sl 115.3-9; 135.15-18; Is 2.18; At 15.20; 21.25; 2 Co 6.16) e imagens (Êx 20.1-6; Nm 33.52; Dt 27.15; Is 41.29; Ez 8.9-12). Prestemos atenção à clareza deste versículo:

“Não fareis para vós outros (1) ídolos, nem vos levantareis (2) imagem de escultura nem (3) coluna, nem poreis (4) pedra com figuras na vossa terra, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus” (Lv 26.1).

A proibição é geral: não foi feita exceção para “santos”. O catolicismo alega que Deus permite imagens porque determinou a Moisés esculpir uma cobra no deserto (Nm 21.8) e a Salomão construir querubins para o propiciatório da Arca da Aliança (1 Rs 6.23). Não ensinam é que a escultura desse réptil foi feita em pedaços pelo rei Ezequias, porque o povo passou a lhe dedicar incenso, como ocorre hoje em templos, inclusive em procissões, nem ensinam que os querubins – uma classe de anjos, com quatro asas, quatro faces: de homem, boi, leão e águia e planta dos pés semelhante à de bezerros – não podiam ser cultuados pelos judeus. A imagem deles, um enfeite permitido como a palmeira o era, foi colocada no Santo dos Santos, onde somente o Sumo Sacerdote podia entrar, uma vez por ano (Hb 9.3-7); não havia como ser vista nem venerada. Eles exprimiam a presença de Deus. Quanto à cobra de bronze, devemos refletir que, tendo sido construída por determinação direta de nosso Pai celeste e este não a tenha mandado destruir, quem a despedaçou teve sua postura considerada reta por ele (2 Rs 18.4). Hoje quantos subterfúgios criam para manter, até em templos, obras elaboradas por vontade humana.Não é porque Deus mandou fazer algo, que nos vemos no direito de imitá-lo. É muito diferente quando ele diz “não farás para ti imagens” e quando determina que sejam feitas por sua exclusiva vontade. Ele sabe o que é melhor para nós. E, como Senhor que é, pode determinar o que quer. Veja: É do desejo dele que o adoremos, mas nem por isso poderemos reivindicar o direito de nos adorar; Ele quer que o amemos sobre todas as coisas, mas não aprova que o façamos em relação a nós mesmos.

Imagens geram controvérsias até dentro do catolicismo. Em 730 foram incentivadas; Em 731 houve excomunhão de seus destruidores; Em 754 o Sínodo de Hieréia foi favorável à sua destruição ao decidir: “Representar imagens de Cristo, além de impossível é prejudicial, já que estas imagens separariam a humanidade da divindade e seu culto seria fatalmente desencaminhado”; Em 787 foi oficializado seu culto; Em 794 voltaram atrás, dizendo que não deveriam ser veneradas, servindo para lembrança; Em 843 voltou o culto a elas. O Concílio de Trento (Sess. 25), realizado em 1546, deliberou que “as imagens de Cristo e da Virgem Maria, Mãe de Deus, e de outros santos devem ser possuídas e guardadas, especialmente nas Igrejas e devem ser alvo de honra e veneração.” Interessante é que as decisões dos concílios e dos papas, consideradas infalíveis – isso é idolatria –, são sempre retificadas.

Ao dizermos a católicos que imagens não podem ser adoradas, eles, instruídos por seus líderes, retrucam que não as adoram; o que fazem é prestar veneração aos “santos” que elas representam. Esse argumento é uma evasiva ou desconhecimento, uma vez que a decisão do concílio mostra que determinam a veneração a elas sim.

Falando em veneração, vamos analisar de que se trata. Segundo o catolicismo, o culto se divide em dois: 1) Culto de adoração = latria, que só pode ser outorgado a Deus; b) Culto de veneração, que, por sua vez, é subdividido em dois: dulia, destinado a “santos” e a anjos, e hiperdulia, dedicado a Maria.

Como se vê, a veneração a “santos”, anjos e até a imagens é um culto. E no 2.° Mandamento está: “Imagens… não as adorarás, nem lhes darás culto” e Jesus, dirigindo-se a Satanás, disse: “Vai-te Satanás… Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto” (Mt 4.10). Satanás, nessa passagem, não era nenhuma imagem de escultura, mas um ser, um anjo. Por conseguinte, a Bíblia proíbe, sem sombra de dúvidas, a veneração a “santos”, anjos, a seres de modo em geral e a imagens. Culto deve ser dado a Deus.

Pesquisando em dicionários, constataremos que culto, adoração e veneração podem ser usados como sinônimos. E vamos mostrar o engano do catolicismo quanto à maneira de interpretá-los.

O vocábulo latria (latreia), traduzido como adoração – que, com acerto, dizem ser exclusividade de Deus – é, na verdade, a cerimônia do culto exterior, a religião externa, o encurvar-se ou se prostrar; já dulia (douleúo), trasladado para nosso idioma como culto – que ensinam, de maneira equivocada, ser reservado a “santos” e a anjos –, significa servir, ser servil, trabalhar. Qual é mais importante: a cerimônia, o ritual, o ato externo, ou o servir, que é partido do íntimo, dedicação, serviço? É claro que servir (cultuar) está acima de rituais (adoração).

Para não parecer que estamos inventando, eis o que constatamos, em Êxodo 20.5, na Bíblia Sagrada da Edição Palavra Viva e na Bíblia de Jerusalém, ambas católicas, com respeito a imagens e figuras:

“Não te prostrarás diante delas” (BPV) nem as “… servirás” (BJ);

Mas na Bíblia editada pela Barsa esse texto está:

“Não as adorarás nem lhes darás culto”.

Compare: 1) Nas duas primeiras está prostrarás, porém na outra está adorarás. Portanto, prostrar (encurvar) é, para eles, adorar; 2) Na Bíblia de Jerusalém consta servirás, mas na editada pela Barsa está culto.

Confirmemos com outros versículos: Veja cultuar, com o significado de servir: “Não podeis servir (douleuein) a Deus e às riquezas” (Mt 6.24). Agora adorar, mostrando tratar-se de ato externo: “Observai este culto (latreia) e quando vossos filhos vos perguntarem que significa este culto (latreia)…” Conseguimos observar o que é exterior.

É bom frisar que, no catolicismo, Maria recebe culto de hiperdulia, que não é uma simples honra, mas um hiperserviço, ao passo que a Deus é dada somente adoração.

Há padres que dizem só ser proibida imagem de Deus, mas vimos que na cidade de Trindade apóiam a de Deus, visto como um falho e limitado ser humano velho, em decadência. E na abóbada da capela Sistina, no Vaticano, local em que os cardeais se reúnem para eleger o papa, existe um afresco de Deus. Eles poderão alegar que não os adoram, mas Deus proibiu representá-lo, ainda que sem fins de adoração. E podemos dizer que o catolicismo, que diz que ídolo é um objeto inanimado ao qual se atribui vida própria, acaba conferindo-a a um objeto feito de trigo: a hóstia consagrada. Tendo conhecimento de que ele prometeu que voltará, em corpo, uma segunda vez (Hb 9.28), adoram-na, chamam-na de Santíssimo, e dizem ser ela Jesus, em carne, osso, espírito e divindade. Eis a idolatria, hostiolatria. Se Cristo voltasse, corporalmente, em todas as missas e ficasse imóvel em ostensórios, as Escrituras estariam erradas, porque ele já teria voltado e, por sinal, bilhões de vezes.

Diz a Bíblia que “os ídolos são como espantalhos em pepinal, e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar: não tenhais receio deles, pois não podem fazer o mal, e não está neles o fazer o bem” (Jr 10.5). O Salmo 115 (ou 113-B da BJ) diz que eles têm boca, e não falam; têm olhos e não vêem; têm nariz, e não cheiram… Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam.” Cremos que não há quem atribua vida a espantalhos.

Lendo os livros bíblicos, muitas vezes encontramos que cidades ou pessoas praticavam prostituição. Nem sempre a referência é a relações sexuais ilícitas, mas à idolatria. Por quê? Porque Deus se diz o marido da Igreja, que não é um templo de tijolos, concreto e ferro. Igreja somos nós, que passamos a ser templos vivos. Ora, se ele é o marido dela e seus membros praticam idolatria, ou, explicando, servem, admiram, se prostram, fazem orações e promessas a outrem, ele se considera um esposo traído. Quem trai o cônjuge está praticando prostituição.

Provado está que é ilícito adorar, cultuar ou venerar imagens e pessoas vivas ou mortas, sejam santas ou não. Se alguém alegar que apenas reza ao “santo” que está nos céus, dizemos que esse modo de agir também é adoração. Segundo ensina o catolicismo, adorar vem de adorare, que significa fazer oração. Se orar é adorar, com o que não discordamos, ao se rezar a um “santo” ele estará sendo adorado.

Quem pratica qualquer dessas condutas mencionadas está, quer queira quer não, quer concorde quer não, praticando idolatria, que é um pecado abominado por Deus. Ele quer que confiemos nele e que dirijamos nossas súplicas a ele, que o adoremos, o cultuemos e o veneremos com exclusividade absoluta. Sua honra e sua glória não podem ser divididas com ninguém (Is 42.8).Na Bíblia está escrito que Deus lança para longe de diante dele, ou de seu povo, aquele que consultar mortos (Dt 18.11). E sabemos que são falecidos todos os “santos” a quem são feitas rezas. Se eles tivessem a possibilidade de ouvir as que lhes são dirigidas em todas as partes do globo terrestre, às vezes até em pensamento e no mesmo instante, teriam de ser oniscientes (ter ciência de tudo) ou onipresentes (estar presentes em todos os lugares), contudo esses são atributos específicos do Todo-poderoso. Ele tem ciúme de nós (Tg 4.5). Em vista disso, recorrer a “santos” é lhes atribuir poderes de Deus, considerando-os deuses. De novo, a idolatria. Santos mortos não sabem o que aqui se passa.

“… ao Senhor, vosso Deus, temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos. Porém eles não deram ouvidos a isso; antes, procederam segundo o seu antigo costume. Assim, essas nações temiam o Senhor e serviam as suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (2 Rs 17.39-41).

É lamentável que todos os distritos e cidades de nosso País, muitas propriedades agrícolas e pontos comerciais ou industriais sejam dedicados a um deus, a um “santo”. Têm devoção a eles, considerando-os padroeiros, o que nos traz graves conseqüências. E, depois, o povo que aprova esse procedimento se queixa.

“… ó Judá, segundo o número das tuas cidades, são os teus deuses… Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor nem oração; porque não os ouvirei quando eles clamarem a mim, por causa do seu mal” (Jr 11.13-14).

Devemos, por amor ao idólatra, conscientizá-lo de seu erro. Conformarmo-nos com a idolatria, jamais.

(A Editora Getsêmani, R. Leopoldina Cardoso, 326, Dona Clara, Belo Horizonte, MG, CEP 31260-240, publicou os seguintes livros do autor deste artigo: A Mãe de Jesus; O Sacrifício da Missa; As Imagens; As Tradições; A Pedra Fundamental; O Rosário).

Roosevelt Silveira

REF:

http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=118&menu=2&submenu=9

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