Curiosidades científicas

A distância entre a Terra e o Sol é de 149.600.000 Km.

A ovelha Dolly tem este nome porque ela foi criada a partir de uma célula da glândula mamaria da mãe, e em homenagem aos grandes seios de Dolly Parton.

A velocidade de uma bola de tênis lançada por um jogador pode chegar a mais de 200km/h.

Acontecem 1 milhão de tremores de terra a cada ano.

Carlos Magno, o maior soberano da Europa Medieval, só aprendeu a ler aos 32 anos de idade.

Cerca de 14 milhões de pessoas de diferentes partes do mundo fazem aniversário no mesmo dia.

Do século XIX até hoje, houve sete epidemias em escala mundial (pandemia) de cólera. A última delas começou há 30 anos e chegou a América do Sul em 1991, espalhando-se a partir do Peru.

Entre as 28 mil vítimas da erupção vulcânica da montanha Pelée, na Martinica, em 1902, apenas um sobreviveu porque ele teve a sorte de ser preso na véspera. Fechado na cela mal ventilada, ficou ao abrigo dos gases asfixiantes.

O “J”, é a única letra que não aparece na tabela periódica dos elementos.

O Sol libera mais energia em um segundo do que tudo que a humanidade já consumiu em toda sua existência.

O forno de microondas surgiu quando um pesquisador que estudava as microondas percebeu que elas haviam derretido o chocolate que estava em seu bolso.

Piracema é o fenômeno de subida dos peixes até as cabeceiras dos rios.

Relâmpagos matam mais do que vulcões, furacões e terremotos.

Se a temperatura dos continentes aumentar 1oC, a temperatura nos pólos aumentaria 10oC.

Se as doenças do coração, o câncer e o diabetes fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria 99,2 anos.

Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.

A monumental “História Natural” do escritor latim Plínio o Velho (I século d.C.), expõe de forma enciclopédica o saber dos tempos antigos, recolhidos por ele consultando mais de duas mil obras de autores diferentes. Plínio cita todos no primeiro dos 37 livros dos quais a obra é composta. Nela, além dos quatro livros de assunto zoológico, há uma ampla seção dedicada aos remédios obtidos dos animais, para cujo tema são dedicados 5 livros.

A palavra “átomo” é de origem grega e deriva do verbo “témnein = cortar”, com o prefixo negativo “a-“; significando portanto “indivisível”. O termo foi usado pela primeira vez pelo sumo filósofo grego Demócrites (cerca de 460-370 a.C.), para indicar as partículas indivisíveis em que, segundo ele, era formada a matéria. Sendo que não havia como demonstrar cientificamente, com provas, esta sua teoria atomística, foi considerada uma simples especulação filosófica. Tiveram que passar mais de dois mil anos, antes que a teoria fosse confirmada pela ciência; o átomo é realmente um componente elementar da matéria, apesar que nos dias de hoje os cientistas tenham descoberto que o átomo é constituído, por sua vez, de partículas ainda menores.

O “Amok” é uma doença mental que pega os habitantes de sexo masculino de algumas regiões da Ásia sul-oriental, em particular a Malásia. Quem adoece, começa caindo num profundo estado de depressão, seguido logo por uma incontrolável fúria homicida, no curso da qual o doente sai correndo, gritando e golpeando (e matando), qualquer um que lhe passa por perto. Passada a crise, ele não se lembra de nada. Uma forma análoga da doença, chamada “pibloktoq”, é presente também entre os Esquimós.

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